Month: março 2016

Alguns comentários sobre Brochadas!

“Te escrevo para agradecer o envio de teu pequeno e precioso livro. Ele é um verdadeiro representante da tradição auto-exegética fundada por Santo Agostinho. Vc e Jacó se colocam como esses santos na galeria de nossa cultura totêmica autoescritural. Um verdadeiro testemunho testis, da crise, fenda, aberta na psiquê ocidental, desde que se inventou a mulher!!!”

“Porra, que livro sensacional! Deitei no sofá pra começar a ler um pouco e tal, e não consegui parar até terminar o livro, foi numa tacada só, há tempos eu não lia o livro assim. Me identifiquei com várias coisas (não com as brochadas! haha) – fiquei pensativo e também parece que as mulheres do livro são mulheres que conheci ou me relacionei. E eu nunca tinha parado pra pensar sobre a palavra brochar: eu contava com orgulho para todos os meus amigos estrangeiros sobre a palavra saudade, mas agora já é definitivo: só vou falar sobre brochar! Já até fiquei pensando em como explicar e/ou traduzir isso pra eles.”

“Adorei o livro e independente das suas intenções, invenções ou realidades, me diverti e foi ótimo para refletir. Na realidade pouco importa o que você quis expressar com o livro mas sim o que eu senti com ele, mas para mim não teve nada a ver com sexo e, no final, as “brochadas” são mais importantes do que os parceiros com quem se brocha. Brocho todo dia e por diferentes razões, não sei se isso é bom ou ruim mas é a vida.”

“O livro Brochadas não se trata apenas de uma simples diversão, pois é muito inteligente, à medida que nos leva à reflexão. O autor confunde, brinca com o leitor e discorre com muito humor, filosofia e erudição sobre as indesejáveis “falhas”.”
“Parabéns por mais um trabalho e por dar voz as mulheres nessas situações constrangedoras, engraçadas e brochadas!”
“As confissões de Jacques Fux são incríveis! Brochadas é um livro que se devora de tão intensa que é a leitura. Dá para rir muito, mas sempre com aquela dúvida: O quanto isso dói? O quanto a brochada dói no coração e na alma de quem se entrega ao amor e ao sexo? Quanto o prazer de uma gozada sem compromisso é mais intensa e melhor que aquele prazer alcançado com carinho? A forma da escrita é envolvente, direta e firme. É possível sofrer, ter raiva, se angustiar e ser enganada (será?) pelas correspondências das musas jacquianas. O que se aprende com a leitura de Brochadas, a meu ver, é que é preciso experimentar, testar, viver. Como disse Vinícius: “Quem de dentro de si não sai, vai morrer sem amar ninguém”.

“Quando comecei a ler os depoimentos das brochadas eu fiquei um tanto surpresa. Pensei: Nossa, Jacques eh corajoso hehe as meninas devem ter ficado muito bravas. Depois pensei, nossa as meninas sempre dao uma resposta ate melhor, mais profunda e reflexiva do que o proprio “Jacques”. Depois entendi que eh tudo literatura e achei tao intrigante e interessante que li o livro todo em um dia. Conclusao: eu gostei do livro e fiquei pensando sobre ele por alguns outros dias:)”

“Olha, estou delirando no livro! As historias da Agnes e das outras mulheres são inebriantes. Parece um pouco do “amor em tempos de cólera” quando você descreve as mulheres”.